25/04/2012

Não Acredito em Barbeiros

Um homem foi ao barbeiro. E enquanto tinha seus cabelos e sua barba cortada conversava com ele. Falava da vida e de Deus. Dai a pouco, o barbeiro incrédulo não aguentou e falou: – Deixa disso, meu caro, Deus não existe! – Por quê? – Ora, se Deus existisse não haveria tantos miseráveis, passando fome! […]

Um homem foi ao barbeiro. E enquanto tinha seus cabelos e sua barba cortada conversava com ele. Falava da vida e de Deus. Dai a pouco, o barbeiro incrédulo não aguentou e falou:

– Deixa disso, meu caro, Deus não existe!

– Por quê?

– Ora, se Deus existisse não haveria tantos miseráveis, passando fome! Olhe em volta e veja quanta tristeza. É só andar pelas ruas e enxergar!

– Bem, esta é a sua maneira de pensar, não é?

– Sim, claro!

O freguês pagou o corte e foi saindo, quando avistou um maltrapilho imundo, com longos e feios cabelos, barba desgrenhada, suja, abaixo do pescoço. Não aguentou, deu meia volta e interpelou o barbeiro:

– Sabe de uma coisa? Não acredito em barbeiros!

– Como?

– Não acredito. Pois se existissem barbeiros, não haveria pessoas de cabelos e barbas compridas!

– Ora, eles estão assim porque querem. Se desejassem mudar, viriam até mim!

E o freguês respondeu:

– Entendeu agora?

 

Jesus nos diz:

“Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.” (Mateus 11.28-30)


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