03/12/2018

Leishmaniose visceral: prevenção é essencial para evitar aumento de casos da doença

Doença infecciosa pode trazer sérios danos à saúde; prevenção deve ser feita por meio de combate ao mosquito transmissor e proteção dos cães

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A leishmaniose visceral é uma doença infecciosa que traz riscos à saúde humana e aos cães. O combate ao mosquito transmissor, uso de coleira antiparasitária e vacinação são as principais medidas preventivas a serem adotadas.

De evolução crônica, a leishmaniose visceral quando não tratada pode levar a óbito até 90% dos casos, segundo levantamento do Ministério da Saúde. A sua transmissão se dá a partir da picada do mosquito-palha (Lutzomyia longipalpis) infectado pelo protozoário Leishmania chagasi. Nas regiões urbanas, o cachorro é o principal hospedeiro da leishmaniose, já que também pode ser picado pelo inseto.

O cachorro não transmite a doença para os humanos, já que quando contaminado torna-se apenas um reservatório do parasita, no entanto, um novo mosquito pode pica-lo e picar os humanos com quem convive, completando assim o ciclo de transmissão e infecção. Medidas preventivas são essenciais para a proteção do pet e de toda a família, pois o tratamento exige um alto investimento financeiro e não traz a cura – apenas melhora os sintomas e reduz a carga parasitária.

“O ideal é que o cão seja protegido com a coleira antiparasitária, que costuma ter 98% de efetividade na proteção. A vacina também é indicada, mas possui uma eficácia ao redor de 70%”. A limpeza do ambiente e abrigo do animal é também essencial para manter o mosquito afastado.

O mosquito transmissor da doença tem preferência por locais ricos em matéria orgânica, plantas e árvores. Para aqueles que moram em ambientes mais arborizados, recomenda-se o uso de telas finas ao redor do abrigo do cão, mantendo-o nesse local durante o período do entardecer e à noite.

Diagnóstico

Entre os principais sintomas da doença nos animais estão a perda de peso repentina, pelagem falha e opaca, anemia, apatia, vômitos e diarreia.

Vale ressaltar que o diagnóstico não deve ser baseado em um único exame e o médico veterinário é o único profissional habilitado a fazê-lo.


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