06/02/2014

Incêndio em residência de Artur Nogueira pode ter sido criminoso

Rafaela Martins Uma casa pegou fogo na madrugada de quarta-feira (5) em Artur Nogueira. A residência fica localizada na Rua Antônio Barbosa Coutinho, no bairro São Miguel. Mais da metade da casa foi afetada pelo incêndio. Não houve vítimas. Por volta de uma hora da madrugada, a Polícia Militar foi solicitada por alguns moradores, que […]

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Rafaela Martins

Uma casa pegou fogo na madrugada de quarta-feira (5) em Artur Nogueira. A residência fica localizada na Rua Antônio Barbosa Coutinho, no bairro São Miguel. Mais da metade da casa foi afetada pelo incêndio. Não houve vítimas.

Por volta de uma hora da madrugada, a Polícia Militar foi solicitada por alguns moradores, que relatavam ouvir estouros em uma das casas da rua. Quando a PM chegou ao local, encontrou a casa já em chamas. A Defesa Civil de Artur Nogueira e Cosmópolis e a Guarda Municipal foram acionadas ao local para apagarem o fogo.

No momento do incêndio não havia ninguém na residência, mas alguns móveis foram queimados e destruídos.

A proprietária da casa conta que estava se mudando para o endereço. “Eu moro em Conchal, mas tinha acabado de construir minha casa própria aqui em Artur Nogueira. Estava me mudando aos poucos. Já tinha trazido o guarda-roupa, televisão e documentos da minha família. Não sei se vou poder aproveitar a estrutura ou derrubar tudo e começar de novo”, fala emocionada a dona da casa.

Segundo o Boletim de Ocorrência, um vidro da janela da sala foi quebrado e a grade do lado de dentro foi entortada. O incêndio teve início no quarto, mas o fogo se alastrou e tomou conta do corredor e da sala. Uma das paredes da casa desabou.

Segundo o coordenador da Defesa Civil de Artur Nogueira, Robson Neves, esse incêndio pode ter sido criminoso. “Ao inspecionarmos o local percebemos que o incêndio não foi causado por pane elétrica. Há indícios de que entraram na casa e colocaram fogo nos quartos”, explica o coordenador.

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Perante os fatos, o delegado de plantão acionou a perícia, que veio ao local para registrar os danos. Além da perícia, um engenheiro civil da Prefeitura Municipal foi até a casa para realizar a vistoria e determinar o reaproveitamento da obra ou o embargo.

Fotos: Gregory Pereira

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