15/12/2017

Ex-servidor público tem prisão temporária decretada por suspeita de estupro em Artur Nogueira

Investigação policial busca apurar denúncia sobre suposto abuso sexual contra adolescente de 12 anos, filho do suspeito

Da redação

Um morador de Artur Nogueira, que anteriormente atuava como servidor público, teve a prisão temporária decretada pela suspeita de ter abusado do próprio filho na tarde desta quarta-feira (13). A prisão, efetuada pela Polícia Civil, ocorreu mediante um mandado expedido pelo juiz do município a pedido do Ministério Público (MP). Conforme informou a Delegacia de Polícia da cidade, até o momento, não há comprovação da acusação, nem mesmo, um laudo clínico que aponte de fato o suposto delito.

Ao Portal Nogueirense, o setor policial pontuou, na manhã desta sexta-feira (15), que a denúncia da suspeita de abuso contra o adolescente de 12 anos, que envolve o pai, partiu do Conselho Tutelar ao Ministério Público (MP). A denúncia é acompanhada desde o mês de agosto deste ano. Após receberem um mandado de prisão temporária contra o suspeito, a Polícia Civil efetuou a localização do homem, de 43 anos, que trabalhou para a prefeitura nogueirense.

O caso está sob sigilo na Justiça.

A prisão temporária do investigado deve se estender por até 30 dias. Caso a denúncia não seja de fato provada, o suspeito será novamente posto em liberdade. Segundo a Delegacia, até o momento, não houve a coleta de depoimentos dos familiares, inclusive a do adolescente, que possui complicações psicológicas e recebe assistência pelo Centro de Referência em Atendimento Educacional Especial (Craee). Além disso, um laudo que caracterize o suposto abuso por parte do pai também não foi divulgado e emitido à Polícia Civil para que haja alguma confirmação palpável sobre a acusação.

Informações mais aprofundadas sobre a denúncia não foram cedidas pelo delegado de Polícia Civil de Artur Nogueira, pois o caso segue sob sigilo para que não ocorra acusações prematuras e infundadas, nem mesmo a exposição do menor e do investigado. Dessa forma, a análise do caso seguirá em observância pela unidade policial e, posteriormente, serão agregados laudos e registros aos autos policiais.

O nome do investigado e do menor serão mantidos em sigilo pelo Portal Nogueirense como forma de não expor ambos até que a denúncia seja de fato esclarecida pelas autoridades. São consideradas pelo Portal Nogueirense apenas informações obtidas junto à fontes oficiais, como órgãos de Segurança e registros de Boletim de Ocorrência (B.O.). A equipe de reportagem não teve acesso ao B.O. a respeito do caso a pedido expresso do delegado titular do município aos setores da Delegacia.

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