08/02/2018

Estelionatos em Artur Nogueira geram prejuízo de R$ 13 mil

Entre os delitos estão compras em cartão de crédito, cobrança de boletos indevidos e venda ilegal de mercadorias

Da redação

Moradores de Artur Nogueira prestaram queixa à Delegacia de Polícia Civil, nesta quarta (7) e quinta-feira (8), denunciando supostas ações de estelionato. Se somadas, as cobranças aos munícipes por decorrência dos delitos chegam a R$ 13.317. Entre os delitos estão compras em cartão de crédito, cobrança de boletos indevidos e venda ilegal de mercadorias.

Conforme pontuam os registros policiais, o primeiro delito diz respeito ao furto de valores bancários mediante uma possível clonagem de cartão magnético. A titular da conta, uma professora de 49 anos, relatou para a efetuação do Boletim de Ocorrência (B.O.) que recebeu uma notificação pelo aplicativo de celular sobre compras que tinham sido feitas com o uso criminoso do cartão bancário dela.

O valor total das compras foi de R$ 1.907,29. A vítima da ação registrou a queixa na unidade policial a fim de preservar os direitos frente ao crime.

Falsificação de assinatura

Já o caso seguinte descreve que a assinatura de uma vítima foi falsificada para a efetivação de boleto bancário ilegal. O B.O. pontua que o médico, de 60 anos, já havia feito o pagamento de R$ 1.413,17, dividido em 9 parcelas de R$ 157,73 à uma empresa.

Mas o munícipe ficou surpreso em receber outro boleto bancário, com o valor maior ao que já tinha sido pago. Ao todo, a cobrança era relacionada a nove parcelas de R$ 964. O denunciante acredita que a assinatura dele tenha sido falsificada pela empresa responsável por efetuar a cobrança.

O delito está em apuração policial.

Pacote de telefonia

Outra denúncia pontua a aquisição de um pacote de telefonia de maneira criminosa em nome de outro morador do município. O mecânico, de 52 anos, foi notificado sobre uma dívida em aberto junto à empresa de telefonia Oi.

O valor de R$ 22, cobrado de forma indevida, apontava a instalação de uma linha telefônica, com pacote de internet, adquirido em Jaboatão dos Guararapes (PE). Sem ter conhecimento da solicitação e de nenhum contrato semelhante, a vítima prestou a queixa e espera que o nome não seja incluído no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC).

Venda indevida de mercadorias

Já o último registro policial registrado especifica a queixa de uma comerciante a respeito da venda indevida de bebidas para o mercado que ela administra. A comerciante, de 33 anos, relatou que o vendedor de uma distribuidora de bebidas da região esteve no estabelecimento dela para oferecer a venda das mercadorias.

Sem haver a necessidade da compra para o referido mercado, a moradora disse ao vendedor que não seria preciso obter tais produtos. Mas, posteriormente, a comerciante constatou que o vendedor efetuou a venda de R$ 2.712,96 em bebidas no CNPJ do estabelecimento dela.

Sem ter recebido as bebidas, a munícipe também acrescentou à denúncia que as mercadorias foram distribuídas a outros comércios da cidade. A comerciante prestou a denúncia para ter o valor da compra cancelado e não ser causado prejuízos ao mercado dela.

Nenhum dos acusados pelos delitos de supostos estelionatos foi detido até o momento. A Polícia Civil recebeu as denúncias e avalia os casos.

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