22/07/2014

Dois homens são presos em flagrante por porte de drogas em Artur Nogueira

A Guarda Municipal de Artur Nogueira prendeu dois homens em flagrante na noite de ontem, segunda-feira (21), no Jardim Paraíso, acusados por porte de drogas. Na casa de um dos homens foram encontradas cerca de 30 pedras de crack, celulares, cartão de crédito, sacos plásticos próprios para embalar drogas, entre outros objetos. Em patrulhamento, por […]

A Guarda Municipal de Artur Nogueira prendeu dois homens em flagrante na noite de ontem, segunda-feira (21), no Jardim Paraíso, acusados por porte de drogas. Na casa de um dos homens foram encontradas cerca de 30 pedras de crack, celulares, cartão de crédito, sacos plásticos próprios para embalar drogas, entre outros objetos.

Em patrulhamento, por volta das 23 horas, a Guarda Municipal avistou José Augusto Cruz  em frente a residência de André Miguel de Almeida Monteiro, que segundo o B.O era conhecida como ponto de venda de entorpecentes. Com a aproximação da viatura, José tentou fugir mas foi impedido. Em revista pessoal, os GM´s localizaram cinco pedras de crack. Ao ser indagado, José alegou ter pego a droga com André.

Dentro da residência de André foram encontradas 35 pedras de crack, dois celulares, um cartão de crédito, 24 reais em espécie, dois cheques no valor de aproximadamente R$ 250 cada, cerca de 100 embalagens plásticas  próprias para a individualização de drogas, um papel com anotações, três chips de celular e dois cartões de memória. Ainda segundo o Boletim de Ocorrência, José levava a droga para a residência de André  e posteriormente buscava os pacotes para serem revendidas por uma terceira pessoa na praça da Igreja Santa Rita.

Diante dos fatos os homens receberam voz de prisão e foram conduzidos a Delegacia de Polícia de Artur Nogueira. A autoridade policial determinou a prisão em flagrante delito de José Augusto Cruz e André Miguel de Almeida Monteiro pelo porte de entorpecentes. André foi também acusado de corromper ou facilitar a corrupção de um menor de 18 anos. Isso se deve ao fato de que o homem mantinha informado sua esposa, de 16 anos, sobre o envolvimento. Segundo o B.O, esse crime é considerado  inafiançável.


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