15/05/2019

Aulas em escolas estaduais de Artur Nogueira continuam apesar da paralisação nacional

Alguns professores, em pelo menos duas escolas da cidade, aderiram à paralisação, porém, não houve interferência no cronograma de aulas

Da redação

A paralisação de professores e funcionários da rede estadual de ensino, que teve início nesta quarta-feira (15) em todas as capitais e diversas cidades do país, afetou parcialmente Artur Nogueira. Apesar das escolas estaduais manterem as aulas normalmente na cidade, alguns professores de pelo menos duas unidades do município aderiram à paralisação. A ação ocorre em protestos à cortes de verbas para a Educação por parte do Governo Federal.

Nesta quarta-feira (15), milhares de pessoas, entre elas, professores, funcionários, alunos das redes estaduais e federais de ensino do país, assim como também universidades entre outros setores, foram às ruas em ato de protesto aos mais de R$ 1,7 bilhão que foram cortados de investimentos para a Educação em todo o Brasil. A medida, anunciada na semana passada e adotada pelo governo de Jair Bolsonaro (PSL), é considerada pelo Ministério da Educação (MEC) e a atual gestãocomo apenas uma ação temporária de contingenciamento de gastos, contudo, deve afetar o orçamento de diversas instituições ensino em de todo o país.

Foto: G1

Após uma comoção nacional frente à medida, manifestantes marcharam e se manifestaram pelas cidades dos 26 estados brasileiros. Reivindicação de reajuste salarial e a reforma da Previdência também tem motivado as manifestações.

Em Artur Nogueira, as aulas nas escolas estaduais da cidade, como na E.E José Amaro Rodrigues, E.E Prof. Armando Falcone, E.E Prof. José Apparecido Munhoz, E.E Profª. Magdalena S. Grosso e E.E Severino Tagliari, além da ETEC, continuam a ser aplicadas normalmente. Apesar disso, alguns professores das unidades aderiram à paralisação em pelo menos duas das unidades, sendo as escolas José Amaro Rodrigues e Armando Falcone. Não houve registros de atos de protestos na cidade.

A paralisação de âmbito nacional, havia sido anunciada pela presidente do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), Maria Izabel Noronha. Ela unificou a data com a proposta de paralisação da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).

Secretaria de Educação

Em nota ao Portal Nogueirense, a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) informou que “orientou que todas as escolas estaduais estejam abertas nesta quarta-feira (15). A pauta de mobilização é nacional e não está direcionada à Seduc-SP. A Pasta acredita no compromisso dos professores com os alunos”, pontuou.

Já em caso da falta do contingente de professores devido à paralisação, o setor salientou que “todas as 91 diretorias de ensino devem acionar, mediante necessidade, os professores eventuais do cadastro para substituição”, finalizou.

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